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Federação já com duas baixas na direcção
01/08/2017 15:26 RODRIGO CORDOEIRO
José Filipe Nobre Guedes era uma figura consensual como dirigente do golfe nacional © FILIPE GUERRA

Demissão de Tomás Melo Gouveia e morte de José Filipe Nobre Guedes

José Filipe Nobre Guedes foi director da Federação Portuguesa de Golfe nos dois últimos mandatos de Manuel Agrellos, primeiro como director com o pelouro das Infra-Estruturas e no segundo como vice-presidente com o pelouro Financeiro. “Muito me ajudou com o Jamor [Centro Nacional de Formação de Golfe]. Foi sempre um membro da direcção dedicado, competente e muito respeitado”, esclarece Manuel Agrelllos. 

Em Novembro de 2016, Miguel Franco de Sousa sucedeu-lhe na presidência do organismo, com Nobre Guedes a transitar para seu vice-presidente Financeiro, função interrompida pela sua morte na semana passada, com 71 anos. 

“Era uma pessoa que conhecia muitíssimo bem o golfe nacional, um dirigente desportivo com experiência em várias modalidades, tal como o futebol e, nos últimos anos, o golfe”, diz Miguel Franco de Sousa, acrescentando: “Sempre mostrou um enorme sentido de responsabilidade, esteve sempre disponível nunca virando as costas aos desafios que a FPG foi enfrentando ao longo dos tempos. Para mim, quando me assumi como candidato, era uma pessoa perfeitamente natural e que eu gostaria que estivesse ao meu lado neste mandato. Infelizmente aconteceu o que aconteceu. Nos últimos tempos ele já estava bastante doente – e de facto não há dúvida de que é uma pessoa que vai sempre fazer muita falta, porque tinha características muito indicadas para o dirigismo desportivo, nomeadamente no golfe.” 

Franco de Sousa atribui-lhe inclusivamente “grande parte” do mérito pelo “momento positivo” por que a FPG está a passar. “Temos vindo a crescer no número de praticantes, que era um dos grandes objectivos que tínhamos; as contas da FPG são contas sólidas; temos dado passos seguros, estamos a conseguir reformular e reestruturar bastante aquilo que era a estrutura orçamental da FPG, investindo cada vez mais no fomento, no desenvolvimento, na comunicação e no marketing, mas obviamente nunca dando passos maiores do que as pernas, para que o crescimento possa ser feito de forma sustentada.” 

Agora, resta encontrar um nome que substitua Nobre Guedes. “Teremos de encontrar uma solução, que não vai comprometer minimamente aquilo que foram os objectivos traçados quando apresentámos uma candidatura. Obviamente que teremos de encontrar uma pessoa que se enquadre no projecto que temos para a FPG, que tenha um espírito aberto, dinâmico, para poder dar o seu contributo, não só na organização da componente financeira e das contas, mas também de toda a actividade da FPG”, refere o presidente federativo. 

Tomás Melo Gouveia saiu em rota de colisão 

Legenda: Tomás Melo Gouveia e Miguel Franco de Sousa cumprimentam-se. Foi no Verão do ano passado, na apresentação da candidatura deste à presidência da FPG © FILIPE GUERRA

Outra baixa na direcção da FPG resultou da demissão de Tomás Melo Gouveia, que repartia o pelouro do Golfe Profissional com José Correia, presidente da PGA de Portugal. Ao GolfTattoo, justificou a sua decisão com críticas duras: 

“Eu fui para a FPG, basicamente, para ajudar a introduzir e implementar as alterações que todos concordamos que são necessárias, e o que vi, ou o que senti, é que existe um projecto pessoal, e que, apesar de haver eventualmente aquela vontade, o ritmo e o empenho do actual presidente não se coaduna com o que o golfe em Portugal precisa e merece. 

“Por outro lado, as premissas acordadas com Miguel Franco de Sousa antes das eleições relativamente ao modelo de governação da FPG não foram cumpridas. As alterações que, no meu entender, é preciso implementar, não estão a acontecer. A degradação do relacionamento, a minha crescente descrença nas capacidades de Miguel Franco de Sousa como líder e a minha incapacidade de colaborar em projectos em que não acredito, resultou na minha demissão. 

“Uma das grandes críticas feitas ao longo dos tempos à FPG, com alguma razão, prende-se com o incremento e o desenvolvimento da modalidade, que no meu entender, tem de ser feito com todos – Clubes, Proprietários dos campos, Indústria, Profissionais, Árbitros, Greenkeepers, etc., em comunhão com a FPG, num projecto de construção de um modelo de desenvolvimento comum com funções e responsabilidades partilhadas. É portanto preciso envolver todas estas partes no processo de forma a construir um modelo comum e que sirva os interesses do Golfe no geral. Essa deveria ter sido a prioridade desde o dia um, deveria ser a nota desta direcção, deste novo mandato, e eu não vi nada feito ainda nesse sentido. 

“Está a acontecer outra vez mais do mesmo, que é a FPG virar-se para ela própria e continuar a desenvolver basicamente um modelo competitivo e não um modelo de formação e de apoio aos clubes para se chegar à tal meta dos 50 mil federados em 2028, que era o objectivo desta direcção.” 

Por se tratar uma questão do “foro interno” que seguiu o seu curso legal, Miguel Franco de Sousa não comenta a saída de Tomás Melo Gouveia. “As pessoas são livres de tomarem as decisões que entenderem. A única coisa que posso fazer é agradecer-lhe a disponibilidade que teve para trabalhar connosco durante estes meses. Desenvolveu alguns trabalhos importantes no Golfe Profissional, e neste departamento continuamos a contar com o apoio do José Correia, que é uma pessoa que tem um conhecimento profundo do golfe profissional, que tem feito um excelente trabalho. Agradeço ao Tomás o seu voluntarismo e a sua forma de trabalhar, sempre directa.”

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